Guccíssima
Frida Gianinni é o nome por trás de cada best-seller da Gucci.
A história de Frida Giannini é o que se pode chamar de conto de fadas fashion. A estilista italiana chegou tímida à Gucci em 2001, sob a tutela de Tom Ford. Com a saída do chefe em 2004, ganhou o cargo de diretora de acessórios, responsável pelo hype das it-bags, dos sapatos, e, claro, dos relógios-desejo mais cobiçados pelas mulheres da alta-sociedade à venda nas lojas H. Stern.
Tudo estava lindo, mas podia ficar melhor: com a saída da sua colega Alessandra Facchinetti, que comandou a linha feminina por apenas duas coleções, Frida foi promovida a diretora criativa de uma das marcas mais tradicionais e poderosas do mundo. De repente, um nome quase desconhecido passou a ocupar uma posição supercobiçada por aqueles que trabalham no mundo da moda.
A coleção de estréia, do verão de 2006, não foi bem recebida pela crítica. Muitos disseram que havia comerciais demais e que faltava glamour nas peças. A resposta em vendas, porém, foi oposta à quantidade de críticas, fazendo com que aqueles que haviam discordado da coleção ficassem de queixo caído.
Queridinha dos head-masters da sua empresa, Frida conseguiu a proeza de atualizar sem descaracterizar: manteve a quintaessência da fórmula Gucci, tirando os excessos eróticos deixados por Tom Ford e adicionando pitadas de um glamour mais esperto e menos óbvio.




